Por: Christyanne Caldas e Lucas Sobreira
Fotografia: Christyanne Caldas
O
professor ressaltou a importância do congresso como um espaço de discussão. “A escola hoje é um local privilegiado e as instituições
acadêmicas têm o seu papel de informar a sociedade dos problemas que cerca
nosso mundo. A FASJ cumpre seu papel. Discutir a questão ambiental é uma obrigação”,
afirma Franca.
No
último dia do evento foi realizada a mesa redonda "Meio ambiente, saúde e
sustentabilidade: o São Francisco em foco". Entre os conferencistas estava
a arquiteta e professora do Instituto Federal de Ciência e Tecnologia do Sertão
Pernambucano (IF –SERTÃO- PE), Camila Alencar, que abordou a questão dos
dejetos jogados pelas cidades de Petrolina-PE e Juazeiro-BA, no Rio São
Francisco.
Em
2008 ficou consignado que no ano de 2014 todos os municípios brasileiros
precisariam ter aterros sanitários. "Petrolina e Juazeiro têm aterro
controlado e não sanitário. Não conseguimos aliar sustentabilidade a desenvolvimento,
o lixo vai para onde?”, questiona Camila.
O
Coninta ocorreu de 19 a 21, na FASJ, Juazeiro-BA e teve como tema central os
impactos ambientais e a sustentabilidade. O Congresso foi divido entre palestras,
oficinas e mostras acadêmicas pelos graduandos. O evento recebeu mais de 700 inscritos.
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